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O Espaço da Verdade
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26/06/2006
Férias da criançada!
Para quem tem dinheiro e pode viajar, é muito bom o período de férias escolares. A família passeia, descansa e conhece lugares novos. Já para os de classe média-baixa é um tormento! Todo dia em todo o horário os filhos em casa é confusão na certa. Mas, de todo não é ruim, porque a cidade fica com o trânsito mais satisfatório para quando o trabalhador retornar pra casa ele não esteja estressado para substituir a esposa que aquentou o dia todo a turminha hiper-ativa bagunçando a casa toda.
Escrito por ANTONIO JEAM em 26/06/2006
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Façam as contas comigo Segundo a revista Eclésia, A central gospel, empresa do pastor pedinte vendeu 100.000 mil bíblias. Isso mesmo, Cem mil bíblias! Ele as vende por R$ 119,00 (cento e dezenove reais). No fabricante ele paga R$ 26,00 (vinte e seis reais). Ele lucra então R$ 93,00 (noventa e três reais).Se ele vendeu cem mil bíblias, seu faturamento só com elas foi de R$ 9.300.000,00 (nove milhões e trezentos mil) OK? Isso sem contar com os Dvd´s e demais livros. Então porque ele pede ajuda para comprar um patrimônio de R$ 1,500,00 (um milhão e meio de reais) ?? Esperteza ou má administração dos recursos??
Escrito por ANTONIO JEAM em 26/06/2006
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O pastor está quase conseguindo!
size="3">Conforme falei no meu artigo anterior, o pastor da televisão está pedindo dinheiro no seu programa para ampliar a sua empresa particular de faturamento estrondoso no Brasil. Não sei se você entendeu mas ele está querendo crescer financeiramente as custas dos crentes. Ele pede recursos para melhorar seus negócios e poder comprar quem sabe uma outra mansão, uma outra Mercedes Benz e viajar melhor a descanso. Ele não está pedindo dinheiro para ampliar asilo, creche, orfanato, clinica de recuperação e demais obras sociais. Não, ele não pede dinheiro para isso, porque nada disso interessa aos crentes que ouvem o pastor na televisão. Estou indignado e estarrecido com a ignorância do povo evangélico que está contribuindo com ele. Segundo ouvi na televisão ele já tem quatro mil pessoas para financiar sua empresa particular que não tem nada de ajuda social aos pobres. Será que é verdade o índice baixo de analfabetismo entre os evangélicos? Será que uma grande parcela dos evangélicos são “anti-inteligente” ? Lamentável ele conseguir que os crentes de dinheiro para sua empresa e não para crianças carentes e outras obras sociais. A que ponto estamos chegando?? Estou indignado com o pastor e com quem está dando dinheiro para ele fazer seu império pessoal. De fato essa parcela de evangélicos são nefastos e ignorantes!
Escrito por ANTONIO JEAM em 26/06/2006
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Acredite se quiser! Antonio Jeam
Já pensou você abrir as páginas das escrituras na carta de Paulo aos Corintios no segundo livro capitulo oito quando ele pede ajuda financeira para ajudar os crentes pobres da Judéia e em vez disso se deparar com o servo de Deus pedindo contribuição financeira para comprar um meio de transporte melhor para as suas viagens, suas roupas pessoais ou até mesmo para ampliar seu quarto ou escritório para que melhorasse seu ministério? Já pensou você ler as escrituras e ver Jesus pedindo mais contribuição para ampliar suas viagens, quando ele mesmo disse que deveríamos dar dinheiro aos pobres? (Mt.19.21) Seria estranho os apóstolos usarem toda a mídia do seu tempo para pedir recursos para seus ministérios pessoais, e depois eles venderem os produtos anunciados? Já pensou os pais da igreja pedindo dinheiro para os fieis e eles morando em mansões e usando de carrões de luxo pra todo lado? Não seria estranho ouvirmos pastores incentivando contribuições para ampliarem seus negócios pessoais de venda de livros, DVD´s e ampliar equipe de telemarketing, quando aqueles que contribuírem depois de tudo instalado vão ligar para essas centrais para comprar e dar lucro para o pedinte?? É o mesmo que um empresário da minha comunidade pedir ajuda para ampliar a sua fábrica. Pois é, eu assisti na manhã do dia 13 de maio deste ano, um certo pastor fazendo isso! Confesso que quando ele disse que no final do programa iria fazer um desafio inédito, por um instante acreditei que seria sério. Ele me aparece num lugar imenso de três prédios magníficos, uma área de oito mil metros quadrados no valor de quatro milhões, mas que num milagre de Deus iria pagar apenas um milhão e meio. Acreditei que seria ali um espaço para famílias e crianças carentes. Acreditei que ele estava retomando ou iniciando a revolução evangelical da missão integral! Pensei e pela fé comemorei até minha esperança cair por terra que o pastor retomaria a “fábrica da esperança” que outrora existia, mas, após apresentar todo aquele lugar, ele diz que ali seria o seu “quartel general”. Seu studio de gravação, sua editora e seu ministério pessoal. Disse ele que não tinha espaço hoje para atender as ligações de gente querendo comprar os seus produtos. Acredite, tudo para a glória de Deus! Muito crente esse homem! Pela fé, já assinou um documento no banco! Disse que já é dele o lugar! Desafiou aos ouvintes do programa para contribuírem com isso dando R$ 200,00 reais por seis meses e outros com outros valores. Porque não compra o prédio com o faturamento da empresa, já que está vendendo bem? Eu penso, que o pastor perdeu de vista o evangelho genuíno ou a visão empresarial de administrar bem seus recursos. Porque os crentes devem financiar um sonho que é dele? Porque deve pedir dinheiro aos fiéis para construir uma empresa que vende produtos? Isso não é justo, correto, legal ou até mesmo ético! George Muller que tinha vários orfanatos para abrigar crianças pobres e órfãs não pediu nada para ninguém, apenas orava e Deus mandava os recursos! Esse sim era um homem de fé! Pense bem! Ou pastor é muito esperto ou não tem a menor noção do que está falando! Confesso que fiquei estarrecido com que vi e ouvi! É o fim da picada!
Escrito por ANTONIO JEAM em 26/06/2006
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21/12/2005
A pilantropia já está presente até nos mais conservadores do segmento evangélico! Olha no que se tornou o pastorado e a pregação do evangelho! Não tenho nem condições de comentar o fato! é ver e tirar as suas próprias conclusões.
Escrito por ANTONIO JEAM em 21/12/2005
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19/12/2005
Crônicas de Narnia Esse primeiro filme escrito por C.S.Lewis, o Leão, o guarda roupa e a feiticeira é muito bom. Levei as crianças ao cinema e ensinei teologia para elas enquanto as cenas discorriam na tela. Aslam, o leão, sem dúvida representa Cristo com seu sacrifício por nós. A feiticeira mostra o engano de satanás. Os filhos de Eva e Adão somos todos nós. O Exército de Aslam é a igreja! O escritor teve uma grande imaginação para criar em cima do que já tínhamos. Uma história que pudéssemos contar as crianças como são as coisas no mundo espiritual. A preocupação de Lewis foi de influenciar com as crônicas a vida dos humanos sem Deus. Se você ainda não levou seu filho(a) ao cinema para ver o filme, leve. É muito melhor que Harry Poter. Preste atenção nos momentos em que Aslam não permite eliminar os lobos, porque eles levaram aonde Aslam quer. Nesta parte mostrei aos meus filhos que Deus usa o diabo. Não compreendo que alguém possa pensar que o Diabo luta contra Deus e que a guerra é difícil. Perceba que quando Aslam entra no castelo da feiticeira ele cumpre com que a bíblia diz, que Jesus entrou na casa do valente e roubou os seus despojos. Fenomenal, esplendido, magnífico, magistral!
Escrito por ANTONIO JEAM em 19/12/2005
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28/11/2005
Megalomania evangélica É muito comum ouvirmos de crentes, a expressão: “Quero ser cabeça e não cauda”. Essa expressão é usada de um texto bíblico, quando Moisés profere a benção a Israel e Israel não é a igreja de hoje. Comumente também ouvimos que o crente deve estar sempre em primeiro lugar, deve crescer nos negócios, deve ir mais alto e deve ter muito dinheiro, porque tudo isso é a marca de quem está sendo abençoado por Deus. Recebo muitos folhetos de propagandas de congressos e nos últimos que recebi, os preletores sempre são pastores de igrejas de 100.000 mil membros pra cima. Dificilmente recebo propaganda de pastores de comunidades de 50 pessoas, pra baixo. Recentemente a revista VOCÊ S.A da Editora Abril publicou uma matéria de pastores que tem uma dinâmica de trabalho idêntica a de um executivo de qualquer empresa. As cobranças são as mesmas de uma multinacional ou empresa qualquer. Diz a matéria! Essa necessidade de ser grande, de estar por cima, de ser sempre cabeça, configurando assim um monstro, que só tem cabeça, retrata uma patologia megalomaníaca descrita pela psiquiatria. Na compreensão Freudiana a megalomania é a preocupação com o tamanho do pênis, que se une ao narcisismo. O desejo de grandeza é um complexo de castração. Não quero disser que toda pessoa que alcançou a grandeza ou construiu coisas grandes tenha essa patologia, mas a busca frenética por isso sim, retrata a patologia. No pastorado ou na comunidade eclesial, o que importa é as atenções dispensadas aos pobres, aos que precisam de ajuda, aos que querem melhorar em sua vida pessoal e a comunidade deve ser o caminho para tudo isso acontecer. Neste caso, sendo o pastor o facilitador para que isso aconteça, não compreendo porque stressar, correr para cumprir agendas ou trabalhar como um empresário, porque seu trabalho é a cada dia confirmado por Deus e não pelos homens ou pelo mercado. Sinto muito que nossas igrejas estejam sendo comparadas com uma empresa e que os pastores estejam sendo relacionados como executivos que cada vez mais não tem tempo para as pessoas e sim para as tarefas, porque se isso for verdade, não é essa igreja que o Senhor virá buscar e não é esse cidadão que foi vocacionado para cuidar dela aqui na terra. Devemos também pensar que a única cabeça desse corpo é Cristo e que se nós não formos o resto do corpo, não poderemos estar nele. Vamos parar com essa megalomania??
Escrito por ANTONIO JEAM em 28/11/2005
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23/11/2005
Velório de minha avó! Dia 20 de novembro ás 11:30hs da manhã, recebi o telefonema do meu pai me informando que minha avó havia falecido. Não ficamos desesperados porque ela tinha 92 anos incompletos, mas estava perdendo a única avó que possuía. Na madrugada de segunda-feira desci até o Rio de Janeiro para participar do funeral. O seu corpo estava em Caxias numa igreja ortodoxa grega. Não há domínio do vaticano no pedaço, mas a teologia é a mesma. Lá pelos 40 minutos antes do enterro, percebi que havia um padre no pedaço, lógico, reduto dele! Ele começou a sua reza lendo um caderno de orações pelo morto. Trocou o nome de minha avó bem no momento em que ele a absolvia de todos os pecados cometidos em vida. Eu nunca tinha presenciado isso de perto. Sabia disso só pelos livros de heresias! Foi chocante ver um sujeito que nunca viu minha avó mais gorda, porque ela foi espírita benzedeira por toda vida, absolvê-la dos pecados por atacado. Se disser que pelo fato dele ter trocado o nome dela na hora da absolvição não tem importância, pois Deus sabe de tudo, então porque absolver? Se disser que tem problema, pois o nome dela não foi pronunciado com exatidão, e aí Deus não tem como aceitá-la no céu porque seu nome não está correto, então esse Deus é frágil. De todas as hipóteses isso tudo não passa de uma besteira! O mais incrível é ver o povo ao redor, olhando pro teto, pro chão e com certeza não prestavam atenção a nada que diziam, porque só depois do padre pronunciar o nome errado por três vezes é que se deram conta que uma outra pessoa estava na memória do padre. Pelo que sei, só Deus tem poder para perdoar pecado! Um mero mortal estava ali com uma cruz de bronze na mão, na outra o seu caderno de oração limpando minha avó das suas mazelas. Com certeza gostaria muito que minha avó tivesse sido absolvida, mas não viveu uma vida com Cristo. Também não viveu pelos corredores do pecado moral, mas viveu em pecado não perdoado pelo Senhor, isso com certeza! Quando o padre ortodoxo terminou, minha tia veio me pedir para fazer uma oração pela minha avó. Gentilmente lhe adverti que nós, os evangélico não oramos pelo morto, e sim, pedimos ao Senhor que conforte os que ficam. Ela concordou que assim fosse! Na minha fala chamei os presentes à reflexão de como eles tem vivido as suas vidas e que enquanto vivos ainda tem tempo e chance para pedirem perdão de seus pecados. Orei por todos nós, menos pela minha avó, a não ser, agradecer a Deus pelo tempo em que esteve conosco e encerrei a minha fala. Para minha surpresa ao nos dirigirmos para o cemitério, levei comigo o meu primo e sua esposa. No carro ela me falou que eles estão na igreja convertidos há seis meses. Compreendi que minha viagem não tinha sido em vão, porque eu precisava atestar no ceio de minha parentela que Deus está no meio deles. Ganhei a viagem com o testemunho que ouvi!
Escrito por ANTONIO JEAM em 23/11/2005
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20/11/2005
Construir palácios?? Quando ouvi essa convocação feita pelo Sr. Renê Terra Nova, tive uma vertigem e me vi diante de um “velho-angelho” (palavra que eu mesmo criei). Pedir dinheiro ao povo crente, que é ingênuo e desprovido de conhecimento teológico com a desculpa de que serão nobres e príncipes porque habitarão num palácio construído para Deus é voltar no tempo. Tempo esse que os profetas vivenciaram na expectativa de que um dia, na vinda do messias, eles não mais teriam que fazer sacrifícios, os sacerdotes não teriam mais o trabalho de oferecer pelo povo o tal sacrifício e que riquezas não seriam colocadas em pedras e madeiras e que adorar a Deus poderia ser em qualquer lugar. O culto não teria mais barreiras! Quando o messias veio, um dia saindo do templo, um de seus pupilos lhe chamou a atenção para o tamanho das pedras da construção do templo, o que Jesus disse que num dia, essas pedras iriam ser destruídas. Em todo o evangelho, que é o velho revelado no novo, o templo, um lugar geográfico e um espaço constituído de riqueza foi abolido. Certa feita, uma mulher perguntou ao messias, onde deveriam adorar a Deus? No templo, num bairro, ou num país? O messias respondeu que em nenhum lugar desses, porque o Deus pai, estava procurando um coração sincero e não um lugar! Estamos vendo a volta do catolicismo maquiado de protestantismo e fantasiado de devoção quando os famosos pregadores pregam a construção desse palácio.Eu sabia que isso um dia ia ficar estreito! Quando ouço crentes sinceros chamar o espaço do culto de templo, o palco e plataforma, de altar, tenho dores de parto. Em nenhum lugar do novo testamento o templo foi valorizado ou aprovado. Se olharmos direito a reforma foi uma ajeitadinha no catolicismo e não um retorno ao estilo de atos dos apóstolos. Não devemos fazer reforma e sim um retorno às origens neotestamentárias. Sejamos honestos, construir palácios e dizer que é para Deus, não faz sentido, até o homem segundo o coração de Deus, Davi, tentou e não conseguiu. Dizer que Salomão construiu e Deus aceitou é forçar o texto e não entender o propósito ou até mesmo a analogia do Antigo Testamento. É o mesmo que ler Apocalipse e achar que no céu terá mesmo rua de ouro literalmente falando. Eu não sei se o problema da igreja é ingenuidade ou safadeza. Eu não sei se o problema do “pai-póstolo” é esperteza, doença ou pilantragem! O que sei é que não tem se lido o novo testamento e não se tem pregado a teologia da graça, porque ela destrói essa porcalhada toda e dissolve os aproveitadores da fé alheia. É lamentável!
Escrito por ANTONIO JEAM em 20/11/2005
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17/11/2005
A Natureza do Amor Sócrates O Amor é a experiência que mais aproxima o homem do divino. Porém é preciso examiná-la. Compreender a natureza do amor espiritual livra os amantes de desgostos, levando-os assim a usufruí-lo em toda a alegria e plenitude. Amor é necessidade, falta, desejo e renúncia. Necessidade porque é a mais forte das aspirações que, personificada por Eros, representa a energia primordial que deu origem a todas as coisas, e como tal fortalece os amantes. É falta, pois graças a ela os seres buscam a sua completude: quem ama unicamente a si próprio não se examinou com a profundidade devida. Por isso, ao desejar o amor do outro, deve-se conhecer-se profundamente e não pretender privá-lo de nada que o impeça de ser ele mesmo, orientando-o, caso esse conhecimento lhe falte, a buscá-lo com determinação. Mas amor também é renuncia, e ela deve existir quando ocorre a despersonalização dos amantes, quase sempre resultado da busca obsessiva pelo prazer físico, em vez do espiritual. Para que a relação amorosa não se transforme em fonte de frustrações, ressentimento e ódio, os amantes precisam tomar diversas cautelas – e é aí que entra o exercício da razão, dominando o jugo da paixão. Entre elas, a principal é afastar a inveja quando um deles está numa posição intelectual, social ou financeira mais alta, pois a inveja é o veneno que destrói os mais sólidos relacionamentos. É ela que leva o amante a sentir alegria com a desgraça de quem ama, e igual tristeza com suas conquistas: um sentimento inexplicável que, nascido no lugar sombrio da alma está além da inveja. Para que a relação entre os amantes seja longa e verdadeira, eles devem compartilhar com o mesmo delírio a essência da beleza traduzida na admiração mútua dos seus corpos e na consciência das nobres qualidades das suas almas, alimentando-as na parte virtuosa e derrotando a viciosa.Extraído do livro "Sócrates e a arte de viver."
Escrito por ANTONIO JEAM em 17/11/2005
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Lugar onde a verdade é dita, a reflexão é feita e a denuncia é publicada.
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